NORDESTE

As belas praias de Aracaju uma cidade simples, bela, aconchegante

A cidade de Aracaju, capital do Sergipe, menor estado da Federação, foi fundada no final do Século XVII como um povoado e tornou-se a capital de seu estado em meados do século retrasado, favorecida por sua posição litorânea, que favorece o transporte de mercadorias por navio.

Apesar de não ser um destino turístico nordestino tão lembrado e badalado quanto, por exemplo, Salvador, Natal ou os Lençóis Maranhenses, a cidade tem muitos atrativos para seus visitantes, e vale a pena conhecer essa bela cidade que tem um litoral espetacular.

Para começo de conversa, trata-se de uma urbe com ruas bem-cuidadas e arborizadas, uma respeitável infraestrutura turística e, segundo dados dos Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o segundo maior IDH (índice de desenvolvimento humano) entre as capitais nordestinas, ficando atrás apenas de Recife, capital de Pernambuco. Outra vantagem é o custo de vida da cidade, mais baixo do que o da maioria das capitais do Nordeste.

As praias em Aracaju com águas serenas e mornas

Entre os atrativos naturais de Aracaju, está o litoral de mais de trinta quilômetros, que tem entre suas características dignas de nota águas serenas e mornas. Entre as praias aracajuanas, podem ser mencionadas a do Robalo, bastante badalada, e a de Atalaia. Ambas as praias ficam perto de ótimos bares, hotéis e restaurantes. A Praia de Atalaia conta com quadras para a prática de esportes e um bem-cuidado calçadão.

Outra beleza natural que pode interessar aos visitantes é a Crôa do Goré, uma ilha de areia branca que fica ao sul da capital sergipana no rio Vaza Barris e só pode ser vista quando a maré está baixa. Ela pode ser visitada em embarcações que partem da Praia do Mosqueiro. Durante o trajeto, que leva cerca de um quarto de hora, podem ser vistas ilhas fluviais e manguezais.

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O Oceanário de Aracaju, com seu icônico formato de tartaruga marinha, é mantido pelo Projeto Tamar e abriga dezenas de espécies aquáticas, tanto de água salgada como de água doce.

Ainda no aspecto cultural, além de ver as edificações antigas no centro histórico da cidade, verdadeiras testemunhas da história da cidade, o visitante pode encantar-se no Museu da Gente Sergipana com exposições que usam criatividade e tecnologia para ensinar sobre os personagens que marcaram a história do estado e manifestações culturais como festejos e trajes típicos e os repentistas.

Além das festas Aracaju tem uma culinária de dar água na boca

Aracaju é o palco de um dos maiores eventos juninos do nosso país, o Forró Caju, um festival de forró que dura quatorze noites, reúne atrações musicais locais e nacionais e atrai mais de um milhão de pessoas. Nessa época do ano, também há muitas quadrilhas, algumas delas promovidas pelas escolas da cidade.

O Mercado Municipal de Aracaju (que, na verdade, constitui-se de três mercados, Albano Franco, Antônio Franco, o Thales Ferraz, lado a lado) é um ótimo lugar para os interessados em artesanato, lembrancinhas e ingredientes (manteiga de garrafa e farinha de copioba, por exemplo) ou pratos típicos. Os restaurantes da região são, em sua maioria, simples, mas adequados.

A culinária local inclui itens como a moqueca de camarão, o pirão de leite, o pirão de capão, a carne de sol além de sucos e doces feitos à base de frutas típicas como a graviola, a mangaba e a pitomba. Os quiosques nas praias costumam ser fortes em matéria de frutos-do-mar como o sururu.

Como chegar à Aracaju

Chegar a Aracaju não deve ser problema. O Aeroporto de Aracaju – Santa Maria recebe diariamente aviões procedentes das principais capitais do país. O acesso de carro pode ser feito pela BR-101 para quem vem do sul do país e doutros estados do Nordeste.

A BR-235 liga Aracaju à região Norte. A cidade fica a 330 quilômetros da capital baiana. A rodoviária Governador José Rollemberg Leite (também conhecida como Rodoviária Nova) recebe ônibus provenientes de várias capitais de estados brasileiros.

A outra rodoviária da cidade, a Luiz Garcia (também conhecida Rodoviária Velha), recebe mais ônibus vindos de outras artes do estado (e é preciso tomar cuidado, furtos e assaltos, especialmente à noite, são relativamente comuns nela).

 

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